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Publicado em:
13
11/2017

Como cuidar da saúde dos olhos na piscina e no mar

Oftalmologista dá dicas de prevenção e cuidados para garantir a diversão no Verão.



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Com os termômetros lá em cima, não tem nada melhor do se refrescar e se divertir na piscina ou no mar. Para não estragar as férias e os momentos de lazer, o oftalmologista Ibraim Viana Vieira, do Hospital de Olhos, destaca alguns cuidados com a saúde dos olhos em contato com a água.

Ambientes aquáticos podem concentrar diversas bactérias, vírus e protozoários que provocam infecções oculares. A conjuntivite, inflamação da membrana que reveste a parte externa do globo ocular, é uma delas. O sal do mar e o cloro das piscinas são outros agentes que podem irritar os olhos, causando vermelhidão, ardência e a sensação de olho seco.

O médico recomenda usar colírio lubrificante para melhorar esses sintomas e “lavar” a superfície ocular ao sair da água.
Na hora de nadar, o médico não recomenda usar lentes de contato, uma vez que agentes infecciosos podem aderir à sua superfície ou mesmo à superfície da córnea, levando a infecções graves. Caso seja inevitável, ele indica usar lentes de descarte diário.

Comumente usados em dias de sol, os óculos escuros são essenciais para proteger os olhos dos raios UVA e UVB, que também ajudam a prevenir diversas lesões oculares. Ao adquirir um par de óculos escuros, deve-se verificar a qualidade das lentes. Elas devem ter capacidade de filtrar entre 99% e 100% de toda a radiação ultravioleta (abaixo dos 400 nm) e filtrar a chamada radiação azul (entre 400 e 500 nm). Os óculos devem possuir um selo que ateste a proteção UV.

O uso do protetor solar é essencial para a proteção da pele. Na hora de passar pelo corpo, deve-se evitar o contato com os olhos, devido ao risco de lesões decorrentes dos produtos químicos. Lavar as mãos e retirar o excesso da região do rosto no caso de transpiração excessiva para não escolher nos olhos são algumas das atitudes após a aplicação do produto. Caso o protetor entre nos olhos, a recomendação é enxaguar a região com água mineral ou filtrada.

É fundamental procurar um oftalmologista caso apareça algum tipo de irritação ocular, como vermelhidão, coceira, dor, secreção ou incômodo pela incidência de luz.

Fonte: Primeira Página, com Segs


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