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Publicado em:
28
11/2017

Nautilus alerta para os acidentes mais comuns na piscina e dá dicas de como evitá-los

Calor e piscina é uma combinação perfeita e garantia certa de diversão. Mas antes mesmo de cair com tudo dentro da água é bom tomar alguns cuidados para prevenir acidentes.



Metatags:

O principal risco em piscinas é o afogamento. Ocorrem, em média, 17 mortes por afogamento no Brasil, sendo que 2% dos casos acontecem em piscinas. O afogamento pode ocorrer por diversos motivos, como em casos de não saber nadar, por quedas, brincadeiras perigosas ou sucção. As crianças são as principais vítimas deste tipo de acidente.

A Nautilus, em parceria com a Sobrasa, reuniu em um e-book dicas importantes para a segurança de toda a família. O download do livro é gratuito: http://materiais.nautilus.ind.br/ebook-seguranca-na-piscina-diversao-garantida. Confira:

1. Evite as quedas: para não ocorrer acidentes, evitar de espalhar objetos ao redor da piscina, que além de provocarem a queda, crianças e animais de estimação podem tentar alcançá-los e acabarem caindo na água, podendo se afogar.

2. A sucção também é um tipo de acidente que ocorre com frequência. Uma proposta que regulamenta o funcionamento de piscinas foi aprovada na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor, que torna obrigatória a instalação de um dispositivo que aumente a segurança na piscina, evitando a sucção de membros do corpo e o enlace de cabelos. A regulamentação estabelece ainda responsabilidades também para os usuários, como o respeito à sinalização de advertência e às normas de utilização da piscina, tudo para contribuir com a prevenção de acidentes.

3. Cuidado com os choques elétricos: a instalação da iluminação da piscina deve ser realizada por profissionais especializados e os materiais utilizados devem ser de qualidade seguindo a norma NBR 5410, para evitar o risco de choques elétricos, comprometendo a segurança e o bem-estar do usuário.

4. Tempestade não combina com piscina. No Brasil, cerca de 50 milhões de raios caem anualmente, especialmente na primavera e no verão. Mesmo que a pessoa esteja apenas próxima do local da descarga, a força do choque é tão grande que ela pode sofrer o impacto. Em distâncias maiores ou menores, os riscos são graves: sofrer queimaduras, asfixia e até paradas cardíacas.

Durante as tempestades não se deve entrar na piscina. Os elementos químicos presentes na água são condutores elétricos, e podem colocar a vida do banhista em risco. Além disso, dentro da água, o corpo atua como um para-raios, atraindo as descargas elétricas.

Fonte: Primeira Página, com Jornal Dia a Dia


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