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12/2018

Piscinas: Cuidados asseguram saúde dos banhistas e qualidade dos equipamentos

O correto tratamento químico da água pode evitar uma série de dores de cabeça, inclusive a dengue.



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Pode parecer clichê, porém não é demais dizer que para que a diversão na piscina seja garantida, a água deve estar sempre em perfeitas condições. É imprescindível que após a limpeza física, seja feito também um tratamento químico que impeça a proliferação de algas e microrganismos, garantindo a saúde dos banhistas e evitando ainda a possibilidade de proliferação da dengue.

Especialistas afirmam que pequenos detalhes podem fazer a diferença e, além de proteger a saúde, mantêm as piscinas e seus equipamentos em perfeito estado.

Veja algumas dicas técnicas, porém simples, sobre o assunto.

Frequência – Em piscinas usadas diariamente, o tratamento químico deve ser feito todos os dias, ao passo que se utilizadas só nos finais de semana, por exemplo, a operação deve ser realizada em dias alternados. Antes da execução da tarefa é necessário checar os parâmetros da água (pH e alcalinidade), corrigindo-os, se necessário. Também deve-se seguir rigorosamente as instruções de uso dos produtos.

Principais produtos – O hipoclorito de cálcio, conhecido como cloro granulado, é um dos produtos mais utilizados devido à eficiência e às características químicas, além de ser de fácil armazenagem e mais seguro. Também bastante usado, o cloro em tablete possui solubilidade lenta e é recomendado para cloração de manutenção. Existem outros produtos que mantêm a água cristalina e saudável, tal como o algicida de manutenção e os clarificantes.

Como calcular – Para calcular a quantidade de produto a ser utilizada, deve-se saber qual o volume total da água da piscina. A fórmula é: volume total da água x quantidade específica na embalagem do produto. De acordo com especialistas, o número de banhistas também influencia no cálculo, principalmente, com relação à dosagem do cloro. Em piscinas muito frequentadas, a quantidade deve ser aumentada em, pelo menos, 50%.

pH da água – Pelo menos uma vez por semana deve ser medido o pH da água, bem como ajustado na faixa de 7 e 7,4. Para isso, devem ser usados kits de análise. Caso o pH esteja desajustado, pode haver irritação na pele, olhos e mucosas, além de diminuir a eficiência do cloro. O pH correto garante a eficácia da desinfecção, conforto dos banhistas e, inclusive, proteção dos equipamentos metálicos. Entretanto, para corrigi-lo é necessário um redutor ou elevador de pH caso ele esteja alto ou baixo, respectivamente.

Fonte: Primeira Página


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