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Publicado em:
7
12/2018

Acessibilidade pode fazer toda a diferença na hora do lazer

Rampas de apoio, elevadores e paredes de transferência são algumas das opções disponíveis no mercado.



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Pexels

Após um dia de atividades, qualquer um quer voltar para casa e relaxar na companhia da família e amigos. Para quem tem piscina em casa, a realização desse desejo fica concentrada, normalmente, na área onde ela está.

Entretanto, o que fazer quando alguém da casa apresenta alguma limitação física que dificulte a sua entrada e recreação na água? Uma piscina com acessibilidade potencializa a interação entre todos, por isso, vale a pena investir nisso para que pessoas com deficiência tenham mais independência e mobilidade.

Veja como é possível melhorar a acessibilidade da piscina:
-Os modelos em concreto armado são os mais indicados para as adaptações que promovem a acessibilidade. Elas facilitam a instalação de diversos itens como o revestimento antiderrapante e os mecanismos de acesso.

-A borda elevada, por sua vez, facilita a entrada da cadeira de rodas. A profundidade dessa construção também é importante, devendo ficar entre 1 e 1,3 m. Dessa forma, os usuários poderão se banhar com segurança e conforto.

-Existem alguns itens normatizados e que devem ser agregados a essas construções, segundo a Norma 9.050/04 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e a Lei n° 10.098, regulamentada em 2004. Por exemplo, os pisos antiderrapantes evitam acidentes e devem ser instalados ao redor da piscina e no fundo dela. O revestimento precisa ser atérmico (para que não esquente mesmo em exposição ao sol).

-As rampas de apoio permitem que a pessoa com deficiência entre na água aos poucos e devem contar com largura de, no mínimo, 20 cm, bem como serem transversais. Já os corrimãos perimetrais de apoio devem ser triplos e acompanhar os dois lados das rampas ou degraus, além de se estenderem por 30 cm para o lado de fora da borda.

Além desses cuidados, com o avanço tecnológico vêm surgindo mais equipamentos para facilitar a entrada e a saída da água. No caso dos elevadores, devem ser colocados a uma profundidade que permita que alguém auxilie o deficiente a se movimentar dentro da piscina, e as e paredes de transferência, utilizadas para chegar até o outro lado e devem ter de 30 a 40 cm para que o usuário possa descansar sobre elas.

Há também sistemas de transferência, utilizados para a entrada na água, com uma plataforma de 48 cm de profundidade por 60 cm de largura. Este mecanismo desce da beirada até a água, controlado por um dispositivo; então, o banhista passa para os degraus acoplados à peça, apoiando-se em uma barra de segurança e acessa o interior da piscina.

Fonte: Primeira Página


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