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Publicado em:
11
2/2019

Três alternativas ao tratamento com cloro para piscinas

O mercado atual já dispõe de algumas versões de tratamento para piscinas que não utilizam ou que permitem diminuir a taxa de cloro na água.



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Pixabay

Geralmente, associamos a água ao cloro, já que esse elemento marca presença em praticamente todas as piscinas, sendo elas domésticas ou públicas. Porém, mesmo sendo um agente popular, não é o único.


Separamos três alternativas que podem substituir o tratamento com cloro ou reduzir a quantidade do produto.



  1. Ozônio


Esse gás tão conhecido é também um ótimo eliminador de vírus, fungos e bactérias e, portanto, um perfeito tratamento para a piscina. Utilizar esse produto na água não causa nenhum efeito negativo, não deixa resíduo — caso for utilizado em excesso, é transformado em oxigênio — e exige pouca energia para funcionar.


Para escolher esse tratamento de ozônio é necessário um aparelho ozonizador, que capta o oxigênio do ar, quebra essas partículas e encaminha o ozônio para a água. É preciso deixar o aparelho ligado por 6 a 8 horas diariamente. Devido à rápida evaporação do gás, é importante acrescentar uma pequena quantidade de cloro na água (0,5 ppm bastam). A utilização do cloro, nesse caso, é apenas em caráter de prevenção.



  1. Luz ultravioleta


A maior vantagem de tratar a sua piscina com luz ultravioleta é a grande redução de elementos químicos na água. Esse tratamento utiliza um emissor especial de luz ultravioleta, em formato de filtro. Quando ligado, elimina todos os vírus, bactérias, algas, fungos e protozoários presentes na água. A indicação, segundo especialistas, é que o filtro funcione de 6 a 8 horas por dias. Perceba que essa opção não serve como prevenção e sim como eliminador.



  1. Ionização de cobre e prata


Outro item substituto do cloro em potencial é a ionização da água. Utiliza-se um aparelho automático que libera íons de prata e cobre, que eliminam totalmente as algas, germes, fungos e bactérias que são convidados indesejados, porém muito comuns nas piscinas. Assim como as duas outras sugestões, o ponto positivo desse tratamento é a isenção de produtos químicos e o baixo consumo de energia para funcionar.


No entanto, é necessário regular precisamente o aparelho ionizador. Se o nível de liberação for baixo, a piscina não ficará limpa e, se for alto em demasia, a estrutura da piscina ficará manchada.

Fonte: Primeira Página


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