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Ralo de piscina x segurança: não dá para brincar!

Conforme a ABNT, os ralos de fundo devem ser calculados de acordo com a vazão, a potência das eletrobombas e o tamanho da piscina. Confira as regrinhas básicas.

 

Caso estejam mal dimensionados, os ralos de fundo das piscinas podem ser uma verdadeira fonte de risco. Acidentes com esses equipamentos geram sérias lesões ou até afogamentos. E não é o que queremos nos dias de lazer!

Primordialmente, qualquer ralo deve ser antiturbilhão e antiaprisionamento, ou seja, deve ter capacidade para quebrar os vórtex (redemoinhos que se formam na sucção). Em cada piscina tem que haver, no mínimo, dois ralos de fundo, pois, caso um deles esteja obstruído, o sistema continuará fluindo pelo outro.

As tubulações que se conectam aos ralos de fundo devem ser dimensionadas conforme a norma NBR 10339 da ABNT. Sendo assim, a velocidade da água por meio dos ralos não pode ultrapassar 0,6 m/s, ao passo que na tubulação de sucção, a velocidade máxima não pode ser superior a 1,8 m/s.

Para facilitar, confira as tabelas:

 

Vazão dos ralos de fundo para velocidade de até 0,6 m/s

Dimensões (cm)

Vazão

15 x 15

10 m3/h

20 x 20

20 m3/h

30 x 30

40 m3/h

 

Vazão das tubulações de sucção para velocidade de até 1,8 m/s (tubos de PVC)

Diâmetro

Vazão máxima na sucção

50 mm

10 m3/h

60 mm

15 m3/h

75 mm

23 m3/h

85 mm

32 m3/h

110 mm

50 m3/h

150 mm

95 m3/h

 

 

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Fonte: Primeira Página

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